O que o protetor necessita saber

-Identificar o melhor possível, os animais que fazem parte da colónia: número; idades aproximadas; sexo, etc.

-Hábitos dos animais da colónia a intervencionar: locais de abrigo; horas de alimentação; alimentos preferidos, etc.

-Quando lhe for dada a certeza de participação na campanha realizada pela ARPA, deverá informar a vizinhança, caso exista, sobre o que vai acontecer. Se existirem outros protetores, deve procurar organizar a intervenção com a participação de todos.

-Após inscrição da colónia no site da ARPA e posterior seleção para integrar campanha, é preciso capturar os animais. As capturas devem ser realizadas no dia anterior à campanha.

-Não é possível prever quanto tempo será necessário para proceder às capturas – os gatinhos é que mandam! – o que torna essencial poder dispor de tempo para as capturas, de forma a potenciar a máxima execução. Por outro lado, assegura-se que o animal faça o jejum necessário para ser submetido a cirurgia.

-Regra geral, os animais a capturar serão silvestres, o que tornará necessária a utilização de material adequado para estes procedimentos: armadilhas e caixas transportadoras. A ARPA dispõe deste material, que poderá emprestar.

-A captura de animais silvestres não deve ser realizada de ânimo leve. Comporta riscos para quem os captura e para os próprios animais. É uma situação de elevadíssimo stress que levará o animal a tentar escapar, utilizando todos os meios à sua disposição, ou seja, dentes e unhas. O processo de transferência da armadilha para a caixa transportadora é a fase mais delicada, podendo ocorrer a indesejada fuga. E normalmente o gato só nos dá uma hipótese. Assim, deve ser realizada por quem tem experiência e formação na área.

-A ARPA tem uma equipa de voluntários para as capturas, dispostos a realizá-las.
É desejável a colaboração do protetor no decorrer das capturas realizadas pelos voluntários. Para além de identificar os animais pertencentes à colonia, potencia a aproximação dos animais a capturar. E poderá aprender com os voluntários, como realizar capturas. E quem sabe, tornar-se um voluntário da ARPA.

-Depois das capturas, é necessário um local para os gatos passarem a noite. Uma garagem, uma loja, uma sala vazia. Em última instância, poderão ser entregues durante a tarde que antecede o dia da cirurgia, na clínica que colabora com a ARPA.
Preferencialmente, o transporte dos animais até à clínica e no regresso a casa, deverá ser assegurado pelo protetor. No caso da total indisponibilidade de meios do protetor para assegurar o transporte, a ARPA poderá disponibilizar de apoio no sentido viabilizar a sua realização.

-Sendo aconselhável que a libertação dos animais ocorra no dia seguinte à cirurgia, importa mais uma vez que seja assegurado o acolhimento dos animais em local resguardado, devidamente acondicionados nas caixas de transportes. Também nesta situação se poderá avaliar o apoio a prestar pela ARPA.

-Caso o protetor não consiga proceder à operação de soltura dos animais, os voluntários da ARPA poderão prestar apoio.

-Todo o material cedido pela ARPA deverá ser entregue no decorrer da semana seguinte à campanha, em perfeitas condições de higiene.

Atendendo ao nº limitado de voluntários, todos os pedidos de apoio para os procedimentos de captura, transporte e acolhimento terão resposta condicionada ao volume de solicitações de apoio formuladas pelos protetores, em cada campanha. Poderá ocorrer que por esgotamento de meios humanos e materiais, a realização do CED pretendido tenha que transitar para a campanha seguinte.

Formulário para Inscrição para Colónias

Pode também enviar por correio para :

Ficha de inscrição Colónias

Para este caso tem que nos enviar a ficha de inscrição preenchida juntamente com os documentos para nossa morada.

ARPA

Ed. Buçaco 2B

3350-087 Vila Nova de Poiares